Sofreu um acidente de trânsito e ficou no prejuízo?
Quem causou o acidente responde pelo que ele custou. Analisamos a responsabilidade dos envolvidos e cada prejuízo que dá para comprovar.
Você fala direto com a advogada. A resposta vem no WhatsApp.
- Dra. Bruna Maciel · OAB/MG 214.312
- Dra. Luana Amorim · OAB/MG 190.996
- Belo Horizonte / MG

01Isso é com você?
Veja se alguma destas situações é a sua
- Bateram no seu carro e a outra parte sumiu ou não quer pagar o conserto.
- Você estava de moto, caiu e ficou com despesa médica e dias parado.
- Trabalha com o veículo e ficou sem trabalhar enquanto ele estava na oficina.
- O acidente deixou sequela, cicatriz ou limitação que mudou a sua rotina.
- O culpado prometeu acertar por fora, enrolou e agora não atende mais.
- Você era passageiro, de carro, ônibus ou aplicativo, e se machucou.
- Perdeu um familiar em um acidente e não sabe o que a família pode cobrar.
02O que a lei diz
Entenda seu problema
Quem provoca o acidente responde pelo prejuízo que causou. Isso vale para o motorista, e em muitos casos também para o dono do veículo ou para a empresa de quem estava dirigindo a trabalho.
O prejuízo não é só o conserto. Entram despesas médicas, remédios, transporte, o que você deixou de ganhar enquanto esteve parado e, quando o acidente afeta a sua vida além do aborrecimento normal, o dano moral. Sequela que reduz a capacidade de trabalho pode gerar uma discussão própria.
O caso se ganha com prova, e prova se junta no começo. Boletim de ocorrência, fotos do local e dos veículos, orçamentos, notas, relatório do hospital e contato de quem viu. Quanto mais tempo passa, mais coisa se perde.
Acordo com o outro motorista ou com a seguradora dele não é obrigatório. Antes de assinar quitação, vale conferir se o valor cobre tudo que o acidente custou, porque a assinatura costuma encerrar a discussão.
03Como funciona
Três passos, e o primeiro leva dois minutos
- 01
Você conta o que aconteceu
Mande o boletim de ocorrência, fotos do local e dos veículos, orçamentos, notas de despesa e os documentos do atendimento médico, se houve. Se faltar alguma coisa, a gente indica como conseguir.
- 02
A gente analisa responsabilidade e prejuízo
Verificamos de quem foi a culpa, quem responde junto e quais prejuízos estão comprovados hoje. Dessa leitura sai o que dá para cobrar e por qual caminho.
- 03
Cobrança e, se precisar, ação judicial
Em alguns casos a via extrajudicial resolve. Quando não resolve, entramos com a ação e você acompanha o andamento até a decisão.

04Quem vai cuidar do seu caso
Entenda o seu direito
Dra. Bruna Maciel
OAB/MG 214.312
Defesa de condutores e motoristas em processos judiciais de trânsito há mais de 5 anos
Dra. Luana Amorim
OAB/MG 190.996
Cerca de dez anos de prática e atuação em quase 700 processos.
O escritório fica em Belo Horizonte e atende em todo o Brasil. Quem manda mensagem conversa com quem vai analisar o caso, e não com um funil de atendimento.
05Prazo
Prova esfria e prazo não espera
O direito de cobrar reparação tem prazo, e ele começa a correr com o acidente. Além disso, a prova se perde rápido: câmera que apaga a gravação, testemunha que muda de número, veículo que vai para a oficina antes de ser fotografado. Quem procura logo discute em condição melhor.
Quem já foi atendido
O que dizem sobre o atendimento
5,0
- RRodrigo A.há 2 meses
Explicaram tudo no meu nível, sem enrolação e sem juridiquês. Sempre respondiam no WhatsApp no mesmo dia.
- MMárcia S.há 3 meses
Fui atendida pela própria advogada, não por secretária. Só isso já me deixou muito mais tranquila para seguir.
- WWellington P.há 4 meses
Mandei os documentos pelo celular e em pouco tempo já sabia exatamente como estava a situação do meu caso.
- JJuliana R.há 5 meses
Me falaram com clareza o que dava e o que não dava para fazer. Preferi muito isso a uma promessa bonita.
Conteúdo ilustrativo, usado para demonstrar o formato do bloco. Será substituído pelas avaliações reais do perfil do escritório no Google antes da publicação do site.
06Perguntas frequentes
O que mais perguntam no WhatsApp
Não fiz boletim de ocorrência na hora. Ainda dá para cobrar?
Dá. O boletim ajuda, mas não é a única prova. Fotos, mensagens trocadas com o outro motorista, testemunhas, atendimento médico e orçamentos também contam. A análise mostra o que já existe e o que ainda dá para reunir.
O outro motorista não tem seguro. Adianta alguma coisa?
A responsabilidade é da pessoa, não da apólice. A ausência de seguro muda a estratégia de cobrança e a expectativa de recebimento, e isso é avaliado antes de qualquer providência.
Eu trabalho com o veículo e fiquei parado. Isso entra na conta?
Pode entrar, desde que o período parado e a renda sejam demonstráveis. Comprovantes de faturamento, registro no aplicativo, notas e a ordem de serviço da oficina ajudam nessa comprovação.
Tenho direito a dano moral por qualquer batida?
Não. A batida só no lataria, sem lesão nem consequência maior, costuma ficar no prejuízo material. O dano moral aparece quando o acidente ultrapassa o aborrecimento, como em lesão, sequela ou perda de familiar. Cada caso é analisado pelas circunstâncias.
A seguradora do culpado me ofereceu um valor. Aceito?
Leia o que está sendo assinado antes. Proposta costuma vir com quitação, o que encerra a cobrança do restante. Vale comparar a oferta com o total dos prejuízos comprovados.
Eu era passageiro. Contra quem cobro?
Depende de quem provocou o acidente e de quem transportava você. Passageiro de transporte remunerado, incluindo ônibus e aplicativo, tem uma discussão própria além da responsabilidade do motorista culpado.
Preciso ir até Belo Horizonte?
Não. O atendimento é digital do começo ao fim e o escritório atua em todo o Brasil.
Quanto custa?
Depende do caso e do caminho escolhido. Os honorários são combinados com você por escrito, antes de qualquer providência.
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Fale com o escritório
Manda o seu caso. A análise começa hoje.
Você envia os documentos pelo WhatsApp, a gente lê e responde o que dá para fazer. Sem compromisso de fechar nada na primeira conversa.
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- Rua Cariri, 26, Sala 302
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- Todos os dias, das 7h às 18h
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- Todo o Brasil, com atendimento digital